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A presença global da SKEMA Business School e o papel do Brasil
Escola francesa atua em sete países, mantém campus em Belo Horizonte e amplia programas de mobilidade acadêmica por meio de parceria em São Paulo.
O que começou como uma escola de negócios francesa se transformou, nas últimas décadas, em um hub global de formação de líderes preparados para atuar em economias complexas, digitais e interconectadas. Hoje presente em diferentes continentes, a SKEMA Business School construiu uma estratégia internacional que vai além da abertura de campus: envolve a circulação global de estudantes, parcerias com instituições locais e renomadas, e uma leitura clara sobre onde o futuro dos negócios está sendo desenhado.
Nesse contexto, o Brasil ocupa uma posição estratégica.
Único país da América Latina entre os sete em que a faculdade está presente globalmente, o Brasil se consolidou como parte relevante da atuação internacional da instituição. Com a maior economia da região, um mercado corporativo diverso e um ecossistema empreendedor em constante evolução, o país conecta escala, complexidade e formação de talentos — elementos centrais para a proposta da instituição.
“A estratégia global da SKEMA sempre foi formar líderes capazes de transitar entre culturas, mercados e modelos de negócio distintos. O Brasil representa exatamente esse ponto de convergência entre diversidade econômica e potencial de formação”, afirma Gustavo Hoffmann, diretor da SKEMA Business School no Brasil.
A presença da faculdade no país está alinhada a uma transformação mais ampla no ensino de negócios. Em vez de currículos centrados em uma única realidade econômica, a SKEMA aposta em uma formação multicultural, com mobilidade internacional, forte base analítica e integração com temas como inovação, empreendedorismo e transformação digital. O objetivo é preparar executivos e empreendedores para decisões globais, ainda que atuem localmente.
No Brasil, essa atuação se estrutura a partir do campus em Belo Horizonte e se complementa por meio de iniciativas que ampliam o acesso de estudantes brasileiros à rede internacional da faculdade. Um exemplo recente é a parceria com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo no curso de graduação em Administração.
Nesse modelo, os alunos podem iniciar a formação no Brasil e concluir os estudos em um dos campi internacionais da SKEMA e universidades parceiras, vivenciando diferentes contextos acadêmicos e culturais ao longo da graduação. A iniciativa reforça a vocação da escola para programas com mobilidade global e integração entre diferentes sistemas educacionais.
Além do aspecto acadêmico, a consolidação da instituição de ensino no Brasil reflete uma leitura estratégica sobre o fluxo global de alunos. O país combina população jovem, capacidade de adaptação e interesse crescente por carreiras internacionais. Ao mesmo tempo, empresas globais têm buscado líderes capazes de compreender mercados emergentes — uma competência cada vez mais valorizada em posições de alta gestão.
“Não se trata apenas de presença geográfica, mas de relevância. Estar no Brasil significa estar conectado a debates centrais sobre crescimento, inovação e impacto social, que influenciam o futuro dos negócios globalmente”, diz Hoffmann.
Ao fortalecer sua atuação no país, a SKEMA reforça seu posicionamento como uma escola de negócios verdadeiramente global — não apenas pelo número de países em que está presente, mas pela capacidade de integrar diferentes perspectivas econômicas, culturais e estratégicas em sua formação.
Em um mundo em que liderança exige visão internacional e compreensão profunda de contextos locais, o Brasil deixa de ser apenas um destino e se consolida como parte estrutural da estratégia global da escola.